• 3/4/2025 - quinta-feira
STAP cobra melhorias para cozinheiras
em reunião com Prefeitura
em reunião com Prefeitura
Nosso Sindicato se reuniu com representantes da Prefeitura para discutir pautas essenciais para as cozinheiras da Rede Municipal. Entre os temas abordados estavam a insalubridade nas cozinhas, a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e uniformes, além das novas regras para licenças médicas estabelecidas pelo Decreto 41.512/2024.
A reunião contou com a presença dos diretores do STAP Rogério Oliveira (secretário-geral), Célia Santos, Dani Deamo e Robson Pacheco. Esses dois últimos são cozinheiros da Rede. Eles cobraram medidas concretas da Administração para melhorar as condições de trabalho das profissionais.
Rogério ressaltou o compromisso do Sindicato na defesa dos direitos dos trabalhadores. Ele afirma: "Estamos cobrando medidas concretas para garantir melhores condições de trabalho para as cozinheiras. Não podemos aceitar que elas enfrentem temperaturas extremas, trabalhem sem EPI’s adequados ou tenham dificuldades com a concessão de licenças médicas. Seguiremos firmes na luta para que esses problemas sejam resolvidos.”
O STAP continuará acompanhando as negociações e cobrando soluções efetivas para essas demandas.
A reunião contou com a presença dos diretores do STAP Rogério Oliveira (secretário-geral), Célia Santos, Dani Deamo e Robson Pacheco. Esses dois últimos são cozinheiros da Rede. Eles cobraram medidas concretas da Administração para melhorar as condições de trabalho das profissionais.
Rogério ressaltou o compromisso do Sindicato na defesa dos direitos dos trabalhadores. Ele afirma: "Estamos cobrando medidas concretas para garantir melhores condições de trabalho para as cozinheiras. Não podemos aceitar que elas enfrentem temperaturas extremas, trabalhem sem EPI’s adequados ou tenham dificuldades com a concessão de licenças médicas. Seguiremos firmes na luta para que esses problemas sejam resolvidos.”
O STAP continuará acompanhando as negociações e cobrando soluções efetivas para essas demandas.

Diretores Rogério, Dani Deamo e Célia Santos se reúnem com representantes da Prefeitura
Veja assuntos abordados na reunião:
Insalubridade e reestruturação das cozinhas
Atualmente, as cozinheiras recebem um adicional de 20% por insalubridade. No entanto, o sindicato reivindicou uma nova verificação das temperaturas nas cozinhas, já que as condições têm se agravado, especialmente devido ao aumento das temperaturas. Segundo o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), não há uma escala oficial que permita a ampliação desse percentual com base no calor. Diante disso, o STAP cobrou uma reestruturação dos espaços para minimizar os impactos das altas temperaturas.
EPI's e uniformes: necessidade de padronização
Outro ponto levantado foi a falta de EPIs e uniformes para as cozinheiras em diversas unidades. A Gestão da Educação afirmou que, conforme a Portaria 95/2023, 40% da verba do Programa Pro-rede pode ser utilizada para custeio, incluindo a compra desses materiais pelas escolas. No entanto, o SESMT reconheceu a dificuldade de padronizar essa aquisição e se comprometeu a elaborar uma portaria específica para garantir que todas as cozinheiras tenham acesso aos equipamentos necessários. Além disso, ficou evidente a importância da participação dos trabalhadores nas discussões do Conselho para definir esses encaminhamentos.
Licenças médicas e novas regras
O sindicato também questionou diversos pontos do Decreto 41.512/2024, que trata das licenças médicas. Foram levantadas preocupações sobre prazos de entrega de atestados, a aceitação de documentos sem CID, comprovantes de comparecimento e o uso da telemedicina tanto para consultas quanto para terapias em horário de trabalho. Após debate e a apresentação de casos concretos, a Gestão da Educação se comprometeu a organizar um grupo de discussão para avaliar essas questões, considerando a necessidade de envolver outras secretarias no processo.